{"id":7106,"date":"2018-01-04T17:47:45","date_gmt":"2018-01-04T17:47:45","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.maxieduca.com.br\/?p=7106"},"modified":"2019-11-06T12:12:08","modified_gmt":"2019-11-06T12:12:08","slug":"teoria-atomo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/quimica\/teoria-atomo\/","title":{"rendered":"Atom\u00edstica: Aprenda como os cientistas elaboraram a teoria do \u00c1tomo"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Sauda\u00e7\u00f5es Terr\u00e1queos, na Quinta da Educa\u00e7\u00e3o de hoje abordaremos um assunto da \u00e1rea de qu\u00edmica que est\u00e1 sempre presente em concursos e vestibulares, o estudo do \u00c1tomo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>\u00a0<\/strong>A preocupa\u00e7\u00e3o com a constitui\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria surgiu em meados do s\u00e9culo V a. C., na Gr\u00e9cia, onde fil\u00f3sofos criavam v\u00e1rias teorias para tentar explicar o universo. Um deles, Emp\u00e9docles, acreditava que toda a mat\u00e9ria era formada por quatro elementos: \u00e1gua, terra, fogo e ar.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Elementos.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-7108 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Elementos.gif\" alt=\"Os \u00e1tomos assemelham-se a esferas maci\u00e7as que se disp\u00f5em atrav\u00e9s de empilhamento;\" width=\"499\" height=\"373\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Anos mais tarde, por volta de 350 a.C., o muito conhecido e famoso Arist\u00f3teles retomou a ideia de Emp\u00e9docles e aos quatro elementos foram atribu\u00eddas as \u201cqualidades\u201d quente, frio, \u00famido e seco, conforme pode ser observado na figura abaixo:<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/1-Quatro-Elementos.png\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-7109 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/1-Quatro-Elementos.png\" alt=\"\" width=\"498\" height=\"509\" srcset=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/1-Quatro-Elementos.png 504w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/1-Quatro-Elementos-294x300.png 294w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/1-Quatro-Elementos-186x190.png 186w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/1-Quatro-Elementos-257x263.png 257w\" sizes=\"(max-width: 498px) 100vw, 498px\" \/><\/a><\/p>\n<h5 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #000000;\">Fonte: http:\/\/www.filosofia.seed.pr.gov.br<\/span><\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">De acordo com esses fil\u00f3sofos tudo no meio em que vivemos seria formado pela combina\u00e7\u00e3o desses quatro elementos em diferentes propor\u00e7\u00f5es. Entretanto em de 400 a. C., os fil\u00f3sofos Leucipo e Dem\u00f3crito elaboraram uma teoria filos\u00f3fica (n\u00e3o cient\u00edfica) segundo a qual toda mat\u00e9ria era formada devido a jun\u00e7\u00e3o de pequenas part\u00edculas indivis\u00edveis denominadas <strong>\u00e1tomos<\/strong> (que em grego significa indivis\u00edvel). Para estes fil\u00f3sofos, toda a natureza era formada por \u00e1tomos e v\u00e1cuo.<\/span><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>\u00a0<\/strong><strong>Teoria At\u00f4mica de Dalton (O cara que deu o primeiro chute)<\/strong><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Em 1808, John Dalton prop\u00f4s uma teoria denominada teoria at\u00f4mica, criando o primeiro modelo at\u00f4mico cient\u00edfico, em que o \u00e1tomo seria maci\u00e7o e indivis\u00edvel. A teoria proposta por ele pode ser resumida da seguinte maneira:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">&#8211; Tudo que existe na natureza \u00e9 formado por pequenas part\u00edculas microsc\u00f3picas denominadas \u00e1tomos;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">&#8211; Estas part\u00edculas, os \u00e1tomos, s\u00e3o indivis\u00edveis (n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel seccionar um \u00e1tomo) e indestrut\u00edveis (n\u00e3o se consegue destruir mecanicamente um \u00e1tomo);<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">&#8211; O n\u00famero de tipos de \u00e1tomos (respectivos a cada elemento) diferentes poss\u00edveis \u00e9 pequeno;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">&#8211; \u00c1tomos de elementos iguais sempre apresentam caracter\u00edsticas iguais, bem como \u00e1tomos de elementos diferentes apresentam caracter\u00edsticas diferentes. Sendo que, ao combin\u00e1-los, em propor\u00e7\u00f5es definidas, compreenderemos toda a mat\u00e9ria existente no universo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">-Os \u00e1tomos assemelham-se a esferas maci\u00e7as que se disp\u00f5em atrav\u00e9s de empilhamento;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">-Durante as rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas, os \u00e1tomos permanecem inalterados. Apenas se combinam em outro arranjo.<\/span><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>A descoberta do el\u00e9tron<\/strong><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Simultaneamente, um carinha chamado Volta, desenvolveu um estudo sobre a natureza el\u00e9trica da mat\u00e9ria. Isso ajudou outro carinha chamado Humphry Davy a descobrir o pot\u00e1ssio (K) e o s\u00f3dio (Na), o que acelerou os estudos da eletricidade. La pelo final do s\u00e9culo XIX, um terceiro carinha chamado Stoney prop\u00f4s que os \u00e1tomos possu\u00edam um discreta quantidade de eletricidade (bem pouquinho) e para essa carga el\u00e9trica (que tamb\u00e9m foi determinada que era negativa) foi dada o nome de el\u00e9tron.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">A primeira evid\u00eancia de el\u00e9trons foi constatada por William Crookes Ele utilizava em seus estudos raios cat\u00f3dicos, que s\u00e3o emiss\u00f5es de alt\u00edssima voltagem que sempre se direcionavam na dire\u00e7\u00e3o de placas com carga positiva. Por sempre acontecer isso foi determinada a exist\u00eancia de uma part\u00edcula subat\u00f4mica que j\u00e1 havia sido teorizada, o el\u00e9tron.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">No final do s\u00e9culo XIX, Thomson, utilizando uma aparelhagem semelhante, demonstrou que esses raios poderiam ser considerados como um feixe de part\u00edculas carregados negativamente, uma vez que que eram atra\u00eddos pelo polo positivo de um campo el\u00e9trico externo, independente do meio de condu\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Thomson concluiu que essas part\u00edculas negativas deveriam fazer parte dos \u00e1tomos componentes da mat\u00e9ria, sendo denominados el\u00e9trons. Ap\u00f3s isto, prop\u00f4s um novo modelo cient\u00edfico para o \u00e1tomo. Para Thomson, o \u00e1tomo era uma esfera maci\u00e7a de carga el\u00e9trica positiva \u201crecheada\u201d de el\u00e9trons de carga negativa. Esse modelo ficou conhecido como \u201cpudim de passas\u201d. Este modelo derruba a ideia de que o \u00e1tomo \u00e9 indivis\u00edvel e introduz a natureza el\u00e9trica da mat\u00e9ria.<\/span><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>\u00a0<\/strong><strong>Modelo de \u00e1tomo por Thomson<\/strong><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/2-Thomson.png\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-7110 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/2-Thomson.png\" alt=\"\" width=\"616\" height=\"144\" srcset=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/2-Thomson.png 599w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/2-Thomson-300x70.png 300w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/2-Thomson-270x63.png 270w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/2-Thomson-263x61.png 263w\" sizes=\"(max-width: 616px) 100vw, 616px\" \/><\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<h5 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #000000;\">Fonte: https:\/\/atomchemistry.wordpress.com<\/span><\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>\u00a0<\/strong>Em 1886, Goldstein, f\u00edsico alem\u00e3o, provocando descargas el\u00e9tricas num tubo preenchido com um g\u00e1s a press\u00e3o reduzida (10 mmHg) e usando um c\u00e1todo perfurado, observou a forma\u00e7\u00e3o de um feixe luminoso (raios canais) no sentido oposto aos raios cat\u00f3dicos e determinou que esses raios era constitu\u00eddos por part\u00edculas positivas.<\/span><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>A descoberta do pr\u00f3ton<\/strong><\/span><\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/3-Descoberta-Proton.png\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-7111 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/3-Descoberta-Proton.png\" alt=\"\" width=\"507\" height=\"316\" srcset=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/3-Descoberta-Proton.png 470w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/3-Descoberta-Proton-300x187.png 300w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/3-Descoberta-Proton-270x168.png 270w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/3-Descoberta-Proton-263x164.png 263w\" sizes=\"(max-width: 507px) 100vw, 507px\" \/><\/a><\/p>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Fonte: https:\/\/pt.slideshare.net<\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Os raios canais variam em fun\u00e7\u00e3o do g\u00e1s contido no tubo. Quando o g\u00e1s era hidrog\u00eanio, obtinham-se os raios com part\u00edculas de menor massa, as quais foram consideradas as part\u00edculas fundamentais, com carga positiva, e denominadas pr\u00f3ton pelo seu descobridor, Rutherford, em 1904.<\/span><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>A experi\u00eancia de Rutherford<\/strong><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/span><span style=\"color: #000000;\">Em meados do s\u00e9culo de XX, dentre as in\u00fameras experi\u00eancias realizadas por Ernest Rutherford e seus colaboradores, uma ganhou destaque por mostrar que o modelo proposto por Thomson era incorreto.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">A experi\u00eancia consistiu em bombardear uma fina folha de ouro com part\u00edculas positivas e pesadas, chamada de \u03b1 (alfa), emitidas por um elemento radioativo chamado pol\u00f4nio.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/4-Folha-de-Ouro.png\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-7112 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/4-Folha-de-Ouro.png\" alt=\"\" width=\"499\" height=\"471\" srcset=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/4-Folha-de-Ouro.png 339w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/4-Folha-de-Ouro-300x283.png 300w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/4-Folha-de-Ouro-201x190.png 201w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/4-Folha-de-Ouro-263x248.png 263w\" sizes=\"(max-width: 499px) 100vw, 499px\" \/><\/a><\/p>\n<h5 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #000000;\">Fonte: https:\/\/www.goconqr.com<\/span><\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Rutherford observou que:<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">&#8211; Grande parte das part\u00edculas \u03b1 passaram pela folha de ouro sem sofrer desvios;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">&#8211; Algumas part\u00edculas \u03b1 desviaram com determinados \u00e2ngulos de desvios;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">&#8211; Poucas part\u00edculas n\u00e3o atravessaram a folha de ouro e voltaram.<\/span><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>O Modelo de Rutherford<\/strong><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">A experi\u00eancia da \u201cfolha de ouro\u201d foi o marco decisivo para o surgimento de um novo modelo at\u00f4mico, mais satisfat\u00f3rio, que explicava de forma mais clara uma s\u00e9rie de eventos observados:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">O \u00e1tomo deve ser constitu\u00eddo por duas regi\u00f5es:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">I &#8211; Um n\u00facleo, pequeno, positivo e possuidor de praticamente toda a massa do \u00e1tomo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">II &#8211; Uma regi\u00e3o positiva, praticamente sem massa, que envolveria o n\u00facleo. A essa regi\u00e3o se deu o nome de eletrosfera.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/5-Rutherford.png\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-7113 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/5-Rutherford.png\" alt=\"\" width=\"502\" height=\"415\" srcset=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/5-Rutherford.png 352w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/5-Rutherford-300x248.png 300w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/5-Rutherford-230x190.png 230w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/5-Rutherford-263x217.png 263w\" sizes=\"(max-width: 502px) 100vw, 502px\" \/><\/a><\/p>\n<h5 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #000000;\">Fonte: http:\/\/quimicacoma2108.blogspot.com.br<\/span><\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Para que fique mais claro, vamos agora relacionar o modelo de Rutherford com as conclus\u00f5es encontrados em sua experi\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Tabela.png\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-7114 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Tabela.png\" alt=\"\" width=\"699\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Tabela.png 845w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Tabela-300x82.png 300w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Tabela-768x211.png 768w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Tabela-270x74.png 270w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Tabela-263x72.png 263w\" sizes=\"(max-width: 699px) 100vw, 699px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Em resumo:<\/strong> o modelo de Rutherford representa o \u00e1tomo consistindo em um pequeno <strong>n\u00facleo<\/strong> rodeado por um grande volume no qual os<strong> el\u00e9trons<\/strong> est\u00e3o distribu\u00eddos. O n\u00facleo carrega toda a carga positiva e a maior parte da massa do \u00e1tomo. Rutherford comparou seu modelo at\u00f4mico com o sistema planet\u00e1rio, onde os planetas (el\u00e9trons), giram em torno do Sol (n\u00facleo).<\/span><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/span><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>O \u00c1tomo Moderno<\/strong><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/span><span style=\"color: #000000;\">Quando Rutherford realizou seu experimento com um feixe de part\u00edculas alfa, e prop\u00f4s um novo modelo para o \u00e1tomo, houve algumas controv\u00e9rsias. Entre elas era que o \u00e1tomo teria um n\u00facleo composto de part\u00edculas positivas denominadas pr\u00f3tons. No entanto, Rutherford concluiu que, embora os pr\u00f3tons contivessem toda a carga do n\u00facleo, eles sozinhos n\u00e3o podem compor sua massa.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Esse problema de massa extra foi resolvido quando, em 1932, o f\u00edsico ingl\u00eas J. Chadwick descobriu uma part\u00edcula que tinha aproximadamente a mesma massa de um pr\u00f3ton, mas n\u00e3o era carregada eletricamente. Por ser a part\u00edcula eletricamente neutra, Chadwick a denominou de <strong>n\u00eautron<\/strong>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Hoje, acreditamos que, com uma exce\u00e7\u00e3o, o n\u00facleo de muitos \u00e1tomos cont\u00e9m ambas as part\u00edculas: pr\u00f3tons e n\u00eautrons, chamados n\u00facleons. (A exce\u00e7\u00e3o \u00e9 o n\u00facleo de muitos is\u00f3topos comuns de hidrog\u00eanio que cont\u00e9m um pr\u00f3ton e nenhum n\u00eautron.) Como mencionamos, \u00e9 geralmente conveniente designar cargas em part\u00edculas em termos de carga em um el\u00e9tron. De acordo com esta conven\u00e7\u00e3o, um pr\u00f3ton tem uma carga de +1, um el\u00e9tron de -1, e um n\u00eautron de 0.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/6-Atomo-Moderno.png\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-7115 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/6-Atomo-Moderno.png\" alt=\"\" width=\"501\" height=\"340\" srcset=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/6-Atomo-Moderno.png 469w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/6-Atomo-Moderno-300x203.png 300w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/6-Atomo-Moderno-270x183.png 270w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/6-Atomo-Moderno-263x178.png 263w\" sizes=\"(max-width: 501px) 100vw, 501px\" \/><\/a><\/p>\n<h5 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #000000;\">Fonte: http:\/\/www.cienciaefe.net<\/span><\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Em resumo, podemos ent\u00e3o descrever um \u00e1tomo como um n\u00facleo central, que \u00e9 muito pequeno, mas que cont\u00e9m a maior parte da massa, e \u00e9 circundado por uma enorme regi\u00e3o extra nuclear contendo el\u00e9trons (carga -). O n\u00facleo cont\u00e9m pr\u00f3tons (carga +) e n\u00eautrons (carga 0). O \u00e1tomo como um todo n\u00e3o tem carga devido ao n\u00famero de pr\u00f3tons ser igual ao n\u00famero de el\u00e9trons. A soma das massas dos el\u00e9trons em um \u00e1tomo \u00e9 considerada desprez\u00edvel em compara\u00e7\u00e3o com a massa dos pr\u00f3tons e n\u00eautrons.<\/span><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>O Modelo de Bohr<\/strong><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/span><span style=\"color: #000000;\">Apesar de o modelo proposto por Rutherford esclarecer muitas quest\u00f5es sobre a dispers\u00e3o das part\u00edculas alfa (pr\u00f3tons), ele tinha certas falhas na explica\u00e7\u00e3o de alguns outros fen\u00f4menos, como por exemplo os espectros at\u00f4micos (assunto para outro dia). Niels Bohr prop\u00f4s ent\u00e3o outro modelo mais completo, que melhor representava e explicava o \u00e1tomo e sua natureza.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">\u00a0Inicialmente para explicar seu modelo, Bohr agrupou uma certa quantidade de postulados e hip\u00f3teses (afirma\u00e7\u00f5es aceitas como verdadeiras, sem demonstra\u00e7\u00f5es), onde podem ser resumidas em cinco:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">&#8211; Os el\u00e9trons circulam o n\u00facleo do \u00e1tomo fazendo em c\u00edrculos em \u201ccamadas\u201d ou \u201cn\u00edveis\u201d;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">&#8211; Cada n\u00edvel tem um valor espec\u00edfico de energia;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">&#8211; Um el\u00e9tron n\u00e3o pode permanecer entre dois n\u00edveis, ou ele est\u00e1 em um ou em outro;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">&#8211; Um el\u00e9tron pode passar de um n\u00edvel menos energ\u00e9tico para um mais energ\u00e9tico desde que absorva emergia externa;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">&#8211; Quando o el\u00e9tron retorna para seu n\u00edvel de energia inicial ele libera a energia absorvida.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/7-Bohr.png\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-7116 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/7-Bohr.png\" alt=\"\" width=\"499\" height=\"499\" srcset=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/7-Bohr.png 315w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/7-Bohr-150x150.png 150w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/7-Bohr-300x300.png 300w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/7-Bohr-190x190.png 190w, https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/7-Bohr-263x263.png 263w\" sizes=\"(max-width: 499px) 100vw, 499px\" \/><\/a><\/p>\n<h5 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #000000;\">Fonte: http:\/\/mundoeducacao.bol.uol.com.br<\/span><\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Bohr dividiu a eletrosfera em 7 n\u00edveis (K, L, M, N, O, P e Q), onde K \u00e9 a mais pr\u00f3xima do n\u00facleo e Q a mais afastada. Umas das novidades mais relevantes que \u00e9 oferecida pelo \u00e1tomo de Bohr \u00e9 quantiza\u00e7\u00e3o da energia dos el\u00e9trons, ou seja, valores de energia determinados. Esse \u00faltimo modelo at\u00f4mico \u00e9 o utilizado hoje em dia, por conta das contribui\u00e7\u00f5es mais relevantes seu nome \u00e9: Modelo At\u00f4mico de <strong>Rutherford-Bohr.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/span><span style=\"color: #000000;\">\u00c9 isso ent\u00e3o senhoras e senhores, gostaram do post de hoje? Deixe seu coment\u00e1rio com cr\u00edticas e sugest\u00f5es. Estamos sempre \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o!<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Goodbye.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-7117 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Goodbye.gif\" alt=\"O \u00e1tomo assemelha-se a esferas maci\u00e7as que se disp\u00f5em atrav\u00e9s de empilhamento;\" width=\"502\" height=\"282\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Refer\u00eancias:<\/span><\/p>\n<h5 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Imagem Destacada: https:\/\/www.enigmasdouniverso.com<\/span><\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sauda\u00e7\u00f5es Terr\u00e1queos, na Quinta da Educa\u00e7\u00e3o de hoje abordaremos um assunto da \u00e1rea de qu\u00edmica que est\u00e1 sempre presente em concursos e vestibulares, o estudo do \u00c1tomo.  Garanto que quando voc\u00ea come\u00e7ar a ler n\u00e3o vai mais querer parar. Ent\u00e3o clique agora mesmo e veja se n\u00e3o estamos certos \ud83d\ude09<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":7119,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[84],"tags":[],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v20.7 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Acerte o alvo estudando a Teoria do \u00c1tomo para concursos p\u00fablicos<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"O \u00e1tomo assemelha-se a esferas maci\u00e7as que se disp\u00f5em atrav\u00e9s de empilhamento e durante as rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas permanecem inalterados.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.maxieduca.com.br\/blog\/quimica\/teoria-atomo\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta 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